Vereadores da capital e de Campina Grande articulam novas presidências de mesas diretoras

Publicado em: 16/12/2020 às 08:40
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Nos bastidores das casas legislativas de João Pessoa e de Campina Grande o assunto é a eleição das novas mesas diretoras. Na terça-feira (15), grupos de parlamentares se reuniram para fechar alianças em torno da definição de integrantes que comandarão as câmaras municipais pelo biênio seguinte.

Na capital paraibana, 16 vereadores (na foto) eleitos para a próxima legislatura fecharam um acordo que garante a eleição dos vereadores Dinho (Avante) e Bruno Farias (Cidadania) nos dois biênios. Em 2021-2022, Dinho teria o comando da Casa, tendo a vereadora Eliza Virgínia (Progressistas) como primeira-vice-presidente. Já Bruno Farias assumiria pelos anos restantes.

Outro grupo de 13 parlamentares assumiu o compromisso de apoiar os colegas, sendo todos da base aliada do prefeito eleito Cícero Lucena (Progressistas). Dessa maneira, o grupo representa a maioria da CMJP, que possui 27 cadeiras.

A lista é formada pelos vereadores Márcio do HBE, Carlão Pelo Bem e Tarcísio Jardim (todos do Patriota); Odon Bezerra e Zezinho Botafogo (ambos do Cidadania); Tanilson Soares (Avante); Bispo José Luís (Republicanos); Luís Flávio (PSDB); Bosquinho (PV); Damásio Neto (Progressistas); Guga (Pros); Durval Ferreira (PL) e Thiago Lucena (PRTB).

Em Campina Grande a disputa para presidir a Câmara Municipal também conta com articulações dos parlamentares eleitos. Na terça-feira, um documento assinado por 13 vereadores fechou um acordo em torno da eleição de Marinaldo Cardoso (Republicanos) para presidir o primeiro biênio, que inicia em 1º de janeiro, tendo como vice-presidente Eva Gouveia (PSD).

Os demais integrantes da lista são Jô Oliveira (PCdoB); Valéria Aragão (PTB); Carol Gomes (Pros); Fabiana Gomes; Sargento Neto e Alexandre do Sindicato (todos do PSD); Saulo Germano (PSC); Saulo Noronha (Solidariedade); Dinho do Papaléguas e Waldeny Santana (ambos do Democratas); e Hilmar Falcão (DC).

A articulação acontece dias após a atual presidente da CMCG sofrer uma derrota em plenário depois que um projeto de sua autoria foi rejeitado. O texto vedava a reeleição do presidente eleito e toda a mesa diretora, além da eleição antecipada dentro da mesma legislatura. Ou seja, os integrantes da mesa diretora eleitos para um biênio não poderiam concorrer nas eleições do biênio seguinte, numa alteração à Lei Orgânica do Município (LOM).



Fonte: Espaço PB com jornal A União (Thaís Cirino) – Foto: Divulgação – contato@espacopb.com.br

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