Na última sexta-feira (22), após ser acusado de ser dono oculto de empresa que se tornou dona de 49% do Lifesa, Ricardo Coutinho usa sua plataforma digital do Instagram para esclarecer os fatos para a sociedade paraibana. Segundo Ricardo, a denúncia reflete uma perseguição e ocorre em decorrência de suas posições políticas. “Isso foi armado lá atrás, desde a época em que eu trouxe ao nosso estado grandes figuras politicas como a ex-presidente Dilma, o ex-presidente Lula”, frisa.
A denúncia foi elaborada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) do MPPB, com base na delação feita pelo ex-comandante da Cruz Vermelha do Brasil, Daniel Gomes, em colaboração premiada firmada com a Justiça. “A denúncia feita foi tão mal elaborada, nas delações, por Daniel Gomes, que chegou a extrapolar, começando pela reunião que nunca aconteceu. Chega a ser desrespeitoso e ridículo para um órgão público de tamanha importância”, diz.
“Acusar-me de ser dono de uma empresa que se tornou dona de 49% do Laboratório Industrial Farmacêutico do Estado da Paraíba (Lifesa), mas não demonstrar nenhum papel, comprova mais ainda que esse fato não tenha fundamento, numa situação que coloca a minha vida e a dos meus familiares em risco. Só quero que me provem, apresentem alguma prova e não apenas narrativas”, ressalta.
Além de Ricardo Coutinho, também foram denunciados por suposta participação no esquema que teria desviado recursos da saúde na Paraíba, o irmão de Ricardo, Coriolano Coutinho, e a esposa dele, Amanda Rodrigues.
Coutinho se posiciona a respeito: “A Lifesa pode comprar e vender, desde que venda a preço de mercado. Eu fui denunciado impunimente por ser o dono de uma empresa, situação que me deixa bastante abalado, pois é como se no Brasil não tivesse uma lei de abuso de autoridade. Como alguém pode dizer que sou dono de algo, sendo que não sou dono de nada, até a minha esposa foi exposta nessa acusação, acusada apenas pelo fato de já ter feito parte do conselho administrativo do Lifesa”, lamenta.
O ex-governador também se posiciona em sua live a respeito do vídeo da reunião ministerial do governo federal. Ele afirma que o Brasil não está em uma ditadura para desespero de alguns. “Não é à toa que algumas autoridades chegam a atacar ministros do STF, demonstrando a falta de equilíbrio e o ódio, e ninguém pode fazer investigação com perseguição. Isso é algo incompatível”, afirma Ricardo Coutinho.
E finaliza: “Querer transformar a imagem do governo que mais fez na historia da Paraíba é algo espantoso. Sou daqueles que não se vende e que não se rende. Acredito na justiça e continuo sendo transparente a qualquer acusação.
Fonte: Por Anézia Nunes – Redação: contato@espacopb.com.br
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