Na quinta-feira (11), Adjany Simplício, candidata ao governo da Paraíba pelo Psol, participou de uma sabatina com estudantes em idade de votar nestas eleições, promovida pela Rede Paraíba de Comunicação. A conversa foi mediada pelos jornalistas Iasmin Soares e Laerte Cerqueira e transmitida ao vivo pelo Jornal da Paraíba e no YouTube. A plateia contou com a presença de 600 jovens estudantes da rede de ensino privado da região metropolitana de João Pessoa.
O evento, que também contou com as participações dos candidatos João Azevêdo (PSB), Veneziano Vital do Rêgo (MDB) e Pedro Cunha Lima (PSDB), teve como objetivo abrir o espaço para que jovens estudantes levassem seus questionamentos sobre as candidaturas à representação no Congresso Nacional. Dentre os candidatos ao governo, o único ausente foi Nilvan Ferreira (PL). Outros três candidatos não foram convidados (de acordo com a Lei Eleitoral): Major Fábio (PRTB), Antônio Nascimento (PSTU) e Adriano Trajano (PCO).
Os estudantes questionaram sobre programas para combate à pandemia e melhoria da saúde do estado, melhoria da infraestrutura; do ensino integral na Paraíba; entre outros temas que foram enviados às escolas para que os estudantes elaborassem as perguntas.
Outros estudantes também participaram por meio de perguntas enviadas pelas redes sociais, abordando temas diversos. Entre eles, o tema cultura e lazer, sobre o qual foi questionado o espaço no plano de governo para os artistas locais, especificamente no cenário do rap paraibano. Dentre as respostas, Adjany apresentou ações voltadas ao cinema da Paraíba.
A falta de fomento ao cinema paraibano foi ponto de destaque na fala da candidata, que lamenta o não reconhecimento por parte do estado do potencial da arte cinematográfica paraibana, reconhecida em todo o Brasil, que movimenta diversas indústrias e floresce no interior do estado mesmo sem o devido apoio do governo.
Para ela, é necessário que o estado reconheça e assuma sua responsabilidade frente à cultura popular, especialmente por meio dos editais de fomento. “Se a nossa história não for contada por nós, vai ser contada por quem?”, disse ela. Sem essa preocupação, a candidata teme que “esqueçamos a matriz do povo paraibano”.
Nas considerações finais da sabatina, a candidata do Psol deixou um recado para os estudantes: “Não abandonem a utopia! A utopia é o que está na mira dos nossos olhos. É o que está no caminho dos nossos pés. É o que está na ação do dia a dia. É o que alimenta a esperança de poder retomar a democracia. E é o que alimenta nosso sonho no futuro”.
Fonte: Espaço PB com Assessoria (Isadora Lira) – Foto: Divulgação – Contato: jorgerezende.imprensa@gmail.com
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