Aliada de prefeito que renunciou, vereadora é eleita de forma indireta para mandato-tampão na prefeitura de Bayeux

Publicado em: 20/08/2020 às 08:10
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A vereadora Luciene de Fofnho (PDT) – na foto – foi empossada no final da tarde dessa quarta-feira (19) pela Câmara Municipal de Bayeux (CMB) como nova prefeita do município. Ela vai cumprir um mandato-tampão que termina no dia 31 de dezembro deste ano e substitui ao prefeito Berg Lima (PL), que renunciou no mês passado. Antes de Berg, o cargo chegou a ser ocupado pelo seu vice, Luiz Antônio (PSDB), que teve mandato cassado no ano passado.

Como a Lei Orgânica do Município (LOM) estabelece que seis meses antes do término do mandato a vacância do cargo deve ser preenchida por meio de eleição indireta, depois de uma batalha judicial que se prolongou por vários dias, o pleito terminou ocorrendo nessa quarta-feira com Luciene obtendo 13 dos 17 votos dos vereadores da Casa.

Inicialmente, seis chapas se inscreveram, mas somente quatro permaneceram na disputa até o momento da votação. A chapa da prefeita Luciene, que tinha o também vereador Adriano Martins (MDB) como vice; a do Coronel Adenildo; a do também vereador Roni Aguiar (Cidadania); e a do então prefeito interino, vereador Jeferson Kita (Cidadania).

Luciene integra um grupo de vereadores que vinha fazendo oposição ao prefeito interino Jeferson Kita e que, por consequência, são aliados do ex-prefeito Berg Lima. Ela é mulher do ex-vereador Mizael Martinho que já foi vereador por três vezes e que é mais conhecido na cidade pelo nome de Fofinho.

Além do seu, Luciene de Fofinho (PDT) contou com os votos dos vereadores Lico (PDT), José Neto (PDT), Adriano Martins (MDB), Adriano do Táxi (PL), França (PL), Dedeta (PL), Guedes Informática (PL), Uedson Orelha (PL), Cabo Rubem (PL), Noquinha (PTC), Josauro Pereira (PTC) e Zé Baixinho (PTC).

O candidato Roni Alencar (Cidadania) contou com o dele e o voto do presidente interino da Câmara, Inaldo Andrade (Republicanos), ao passo que o prefeito interino e presidente da Câmara, Jeferson Kita, somou os votos de sua suplente, Lucília Freitas (DEM) e do vereador Betinho (PDT).

A chapa do Coronel Adenildo, que não é vereador, não somou nenhum voto e as chapas que não concorreram foram a do agora de novo vice-presidente da Câmara, Inaldo Andrade (que teve a vice, Lucília Freitas, impugnada) e, por desistência, a composta por Carlos Antônio dos Santos e Amanda Fernandes.



Fonte: Espaço PB com jornal A União (Ademilson José) – Foto: Roberto Guedes – contato@espacopb.com.br

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