A ação começou no dia 09 de agosto e encerrou no dia 11, com o objetivo de qualificar os carroceiros para o mercado de trabalho. Caso o dono da carroça deseje outra vaga de emprego, ele será direcionado para a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (sedest).
O município conta hoje com mais de 140 carroceiros, onde os animais receberam um microchip que deverá reunir informações sobre as condições de saúde e armazenando informações como nome, raça, idade e outros.
“O chip nada mais é do que o registro que vincula o animal ao carroceiro, então em caso de maus tratos, com o chip iremos conseguir identificar o carroceiro e assim poder puni-lo”, disse o Coordenador da Diretoria de Bem Estar Animal, Ítalo Oliveira.
A ação agora terá outra fase onde está sendo analisada entre os órgãos responsáveis.
“O implante de microchip é uma das ferramentas mais eficaz para controle, monitoramento de informações, assim teremos mais precisão para punir as pessoas em caso de maus tratos e avançar na causa animal, retirando esses animais das ruas dos maus tratos”, acrescentou Guga.
Fonte: EspaçoPB - contato@espacopb.com.br
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