A próxima sexta-feira (6) irá marcar os cinco anos da morte de um dos comunicadores mais influentes da imprensa paraibana: Luiz Martinho Moreira Franco (na foto). Jornalista, radialista, cronista, publicitário e ex-secretário de Comunicação da Paraíba (no governo de Tarcísio Burity), Martinho morreu em João pessoa, aos 74 anos, em 6 de fevereiro de 2021.
Era colunista do jornal A União, onde teve atuação marcante, com passagens importantes também nos jornais O Norte e Correio da Paraíba. Conhecido pela irreverência e criatividade, foi também um respeitado crítico de cinema e correspondente de jornais do eixo Rio-São Paulo.
Na terça-feira (3) serão os dois anos da morte (fevereiro de 2024) do radialista, jornalista e comunicador Clemildo Brunet de Sá, uma das vozes mais marcantes da cidade de Pombal. Iniciou sua trajetória em 1961 e lembrado por ter criado ‘A Voz da Cidade’, em 1966. Foi um destacado comentarista e diretor comercial. Trabalhou como locutor, redator, comentarista, repórter e noticiarista em diversas emissoras: Rádio Tabajara, Maringá AM, Liberdade 96 FM e Rádio Alto Piranhas.
Na quarta-feira (4) será o dia dos 26 anos da morte do fotógrafo Marcos Veloso (em 2000); dos 15 anos (em 2011) do radiojornalista e locutor esportivo Ivan Tomaz da Silva e do radialista, disc-jóquei, discotecário, radioator, comentarista e noticiarista esportivo Joselito Pereira de Lucena (Zelito); e dos dez anos (em 2016) do radialista, professor, advogado e auditor fiscal Fernando Heleno Duarte.
O fotógrafo paraibano Marcos Veloso ficou conhecido internacionalmente pela sensibilidade do seu olhar. Suas imagens registravam a beleza das paisagens do Sertão nordestino. Ele nasceu em João Pessoa, em 14 de agosto de 1954. Graduado em Medicina e especialista em Radiologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), iniciou a carreira de fotógrafo na década de 1980, quando descobriu o gosto pelas artes visuais por meio de um curso no Centro de Tecnologia da UFPB. Fez parte do grupo Traficantes de Imagem. Em 1994, em parceria com os fotógrafos Mano Carvalho e Ricardo Peixoto, criou a Agência Ensaio, a primeira empresa do ramo fotográfico na Paraíba.
Ivan Tomaz é considerado um dos nomes de destaque do jornalismo esportivo da Paraíba. Ele foi o primeiro apresentador do Globo Esporte Paraíba (TV Cabo Branco) e morreu devido a uma infecção generalizada. Joselito Lucena era apontado como uma das maiores expressões do jornalismo esportivo de Campina Grande. Baiano de Jacobina, durante muitos anos trabalhou no Diário da Borborema, na Rádio Borborema e na Rádio Caturité. Narrou futebol por mais de 40 anos.
Renomado cronista esportivo, radialista e ex-presidente do Botafogo da Paraíba (no início de 1996), Fernando Heleno morreu aos 75 anos, em João Pessoa, devido a complicações após uma cirurgia. Conhecido como “O Autêntico”, teve passagens marcantes pelo Sistema Correio e outras emissoras. Atuou por mais de 40 anos no rádio, marcando época na crônica esportiva paraibana e pernambucana.
Na quinta-feira (5), serão os 17 anos (5 de fevereiro de 2009) da morte do jornalista, radialista e assessor parlamentar Inácio Bento da Silva. Ele era secretário adjunto da Administração da Prefeitura de Patos quando morreu em João Pessoa, onde estava internado no Hospital Laureano tratando de um câncer. Inácio foi o primeiro funcionário da sucursal do jornal A União, fundada em 1976, em Patos, onde exercia o cargo de auxiliar administrativo, passando a repórter e assumindo depois a função de gerente por 12 anos. Era natural do município de Passagem e radicou-se em Patos a partir de 1973.
Na sexta-feira (6), mais duas mortes lembradas: quatro anos (ocorrida em 2022) do radialista Roberto Walkasther (Roberto Douglas) e um ano (em 2025) do jornalista e professor Luiz Custódio da Silva. Radialista em Guarabira, Roberto Douglas não resistiu à agressividade da covid-19 e morreu em João Pessoa. Ele atuou nas Rádios Constelação FM, Cultura e Rural AM. Também trabalhou por muitos anos em Brasíli, onde adotou o pseudônimo Walkasther. Quando da sua morte, as emissoras de rádio de Guarabira anunciavam na época que Roberto havia decidido não se vacinar contra a covid-19.
Luiz Custódio morreu aos 74 anos, em Campina Grande, após 45 anos de dedicação ao ensino do Jornalismo. Trabalhou por 24 anos na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), entre 1979 e 2003, e 21 anos na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), de 2004 até sua morte.
Custódio era paraibano, mas formou-se em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, em 1974. Era mestre em Administração Rural e Comunicação Rural pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (1983) e doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (1991).
Ao longo de sua trajetória como jornalista, passou pelas redações do Diário de Pernambuco, entre 1969 e 1970; Rádio Olinda, entre 1973 e 1975; e Jornal da Paraíba, entre 1976 e 1978. Trabalhou ainda na assessoria de imprensa da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), entre 1978 e 1979, antes de ingressar na docência.
Os 15 anos da morte do jornalista Itamar Cândido e os quatro anos da morte do jornalista e escritor Antônio Vicente Filho (Toinho) serão lembrados no domingo (8). Itamar morreu em 2011 e Toinho em 2022. Ex-superintendente do jornal A União, Itamar da Rocha Cândido morreu aos 58 anos, quando estava há semanas internado na UTI do Hospital da Unimed, em João Pessoa, onde chegou a se submeter a uma cirurgia por causa de uma pancreatite hemorrágica.
Antônio Vicente tinha 69 anos quando morreu em João Pessoa. É apontado como um importante nome do jornalismo cultural paraibano. Atuou no Caderno 2 do extinto jornal Correio da Paraíba. Ele participou ao lado do jornalista Fernando Moura (hoje presidente da Fundação Casa de José Américo – FCJA) da biografia de Jackson do Pandeiro. Foi sepultado em sua cidade natal, Piancó, no Sertão da Paraíba.
Mortes na história da Paraíba
# 02/02/2010 – Vital do Rêgo, político, escritor, professor e advogado;
# 02/02/2020 – Fernanda Benvenutty (Eliziário Benvindo da Silva), enfermeira, militante dos direitos humanos e do movimento LGBTQIA+, ativista social e cultural, política e carnavalesca;
# 02/02/2022 – Eliezer Rolim, ator, diretor, teatrólogo, cineasta e roteirista;
# 03/02/1680 – André Vidal de Negreiros, militar e político;
# 03/02/1983 – Floriano de Lima Brayner, militar;
# 03/02/2024 – Clemildo Brunet de Sá, radialista, jornalista e comunicador;
# 03/02/2025 – Edvardo Herculano de Lima, político e médico;
# 03/02/2025 – Rivaldo Caetano Leite, político:
# 04/02/2000 – Marcos Veloso, fotógrafo;
# 04/02/2011 – Ivan Tomaz da Silva, radiojornalista e locutor esportivo;
# 04/02/2011 – Joselito Pereira de Lucena (Zelito), radialista, disc-jóquei, discotecário, radioator, comentarista e noticiarista esportivo;
# 04/02/2016 – Fernando Heleno Duarte, radialista, professor, advogado e auditor fiscal;
# 04/02/2017 – José Marcos Navarro Serrano, procurador de justiça;
# 05/02/2009 – Inácio Bento da Silva, jornalista, radialista e assessor parlamentar;
# 06/02/1988 – João Agripino de Vasconcelos Maia Filho, magistrado e político;
# 06/02/2018 – Pedro do Caminhão (Pedro Coutinho), político;
# 06/02/2019 – José Antônio (Jardel Joia), empresário;
# 06/02/2021 – Luiz Martinho Moreira Franco, jornalista, radialista, cronista e publicitário;
# 06/02/2022 – Roberto Walkasther (Roberto Douglas), radialista;
# 06/02/2024 – Haroldo Ferraz da Nóbrega, procurador da República;
# 06/02/2025 – Luiz Custódio da Silva, jornalista e professor;
# 06/02/2025 – Vital Farias, cantor, compositor e político;
# 07/02/1902 – Irineu Joffily, jornalista, advogado, juiz de direito, político e historiador;
# 08/02/2011 – Itamar da Rocha Cândido, jornalista;
# 08/02/2021 – José Targino Maranhão, político, advogado, empresário e agropecuarista; e
# 08/02/2022 – Antônio Vicente Filho (Toinho), jornalista e escritor.
Fonte: Espaço-PB – Foto: Arquivo de Família – Contato: jorgerezende.imprensa@gmail.com
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