Nesta segunda-feira (31) a Paraíba relembra a morte de três nomes de destaque da comunicação no estado: do radialista e jornalista Bernardo Filho (na foto), ocorrida há dez anos (em 2016); do jornalista Humberto Lira, há seis anos (em 2020); e do fotógrafo, artista plástico e professor universitário Roberto Coura, há cinco anos (em 2021).
Bernardo Filho Morreu era vice-presidente da Associação dos Cronistas Esportivos da Paraíba e uma das vozes de destaque da radiofonia paraibana quando morreu. Tinha 69 anos e sofreu um infarto fulminante. Como cronista esportivo, passou por vários veículos de comunicação da Paraíba, inclusive na Rede Paraíba de Comunicação, apresentando um programa diário.
Humberto Lira morreu em decorrência da covid-19, aos 77 anos, em João Pessoa. Natural de Umbuzeiro, trabalhou no jornal O Norte e, por cerca de 40 anos, cobriu a área policial para o jornal Correio da Paraíba. Ambos veículos estão extintos.
Roberto Coura foi o primeiro paraibano a receber o Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia, em 1981. O artista e professor universitário completaria 67 anos quando morreu devido a um infarto. O artista é autor do ensaio fotográfico ‘A Feira de Campina Grande’, retratando esse mercado ao ar livre em sua cidade natal. Obras de Roberto Coura figuraram em salões e exposições em diversos estados do Brasil e foram publicadas em revistas, catálogos nacionais e internacionais.
A quarta-feira (2) marcará os 24 anos da morte do repórter-fotográfico, político, carnavalesco e desportista Waldomiro Ferreira dos Santos, o Vavá Cabeção. Ele morreu os 66 anos, em setembro de 2002. Nas décadas de 1960, 1970, 1980 e 1990, Cabeção pontificou o cotidiano pessoense, em especial o Bairro do Róger. Fez sua fama atuando em quatro campos de atividade, de uma só vez: no jornalismo, no esporte, no Carnaval e na política.
No jornalismo, foi repórter fotográfico em jornais da capital, com coberturas marcantes. No esporte, dirigiu o tradicional Guarani do Róger, influenciando eleições da Federação Paraibana de Futebol (FPF). Na folia, além do Carnaval de clube, foi linha de frente nos desfiles de rua, no bairro onde tinha origem, e na cidade. E na política, exerceu o mandato de vereador, chegando à vice-presidência da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP).
Mortes na história da Paraíba
# 31/08/1988 – Eulajose Dias de Araújo, poeta e barbeiro;
# 31/08/2016 – Bernardo Filho, radialista e jornalista;
# 31/08/2019 – Luiz Batista Amorim (Luizão), empresário;
# 31/08/2020 – Humberto Lira, jornalista;
# 31/08/2021 – Roberto Coura, fotógrafo, artista plástico e professor universitário;
# 01/09/2014 – João Paraibano (João Pereira da Luz), repentista, poeta e cantador popular;
# 02/09/1834 – Filipe Neri Ferreira, militar, magistrado e político;
# 02/09/2002 – Vavá Cabeção (Waldomiro Ferreira dos Santos), repórter-fotográfico, político, carnavalesco e desportista;
# 02/09/2021 – Marilene Dantas Melo, militante do MST;
# 02/09/2023 – Guilherme Benício de Castro, advogado e agente público;
# 03/09/2003 – Irmã Philippine, religiosa católica;
# 03/09/2021 – Janaína Lima, militante travesti, pedagoga e profissional de sexo;
# 03/09/2023 – Guilherme Gomes da Silveira d’Ávila Lins, médico, historiador e professor;
# 04/09/2004 – Waldemar Bispo Duarte, jornalista e escritor;
# 04/09/2015 – Aloísio Fernandes Bonavides, jornalista, professor, político, advogado e gestor público;
# 04/09/2020 – Reginaldo Dionízio da Silva (Régis do Ponto de Cem Réis), gazeteiro e jornaleiro;
# 04/09/2021 – Walter Muniz, arquiteto e urbanista;
# 04/09/2021 – Bastinho Calixto (Sebastião Tavares Calixto), cantor, compositor, sanfoneiro, músico, produtor e diretor de estúdio;
# 05/09/1849 – Trajano Alípio de Holanda Chacon Cavalcanti de Albuquerque, político;
# 05/09/1997 – Antônio Veríssimo de Sousa, político; e
05/09/2018 – Maria das Neves de Sá Figueiredo (Nevinha), radialista e professora.
Fonte: Espaço-PB – Foto: Reprodução – Contato: jorgerezende.imprensa@gmail.com
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