Admiradora da cultura japonesa e estudiosa da poesia haicai, a jornalista paraibana Amanda Felix está lançando seu primeiro livro de poemas: ‘Dos Haicais Perdidos’. A obra está na fase de pré-venda e os interessados podem clicar aqui para garantir seu exemplar. São 82 haicais e o livro é prefaciado pela escritora Neide Medeiros, com posfácio da jornalista Sheila Raposo.
“Estamos numa campanha especial e, caso sejam alcançados os cem exemplares durante a pré-venda, todos os leitores que apoiarem a publicação durante esse período vão receber o livro em dobro, para que possam presentear os amigos”, informa Amanda Felix, que atualmente integra a equipe do Núcleo de Comunicação da Fundação Casa de José Américo (FCJA), em João Pessoa.
O haicai (ou haiku) é uma forma poética japonesa curta, composta por três versos (terceto) que capturam um instante, geralmente ligado à natureza e ao cotidiano. Tradicionalmente, não possui rimas, conta com uma estrutura de cinco, sete e cinco sílabas poéticas, buscando síntese e emoção. O estilo foi popularizado por Matsuo Bashô e valoriza a concisão.
“Amanda Felix se aventura no reino da poesia e escreve 82 haicais que revelam rara sensibilidade, todos estão ligados à natureza – vento, chuva, flores, pássaros. Dotada de acuidade poética e sensível às artes – música, natureza, não deve ter sido difícil escrever os poemas. O haicai exige um voltar-se para o exterior, mas uma revelação interior”, registra Neide Medeiros no prefácio da obra, ressaltando: “Amanda não seguiu rigidamente o modelo das dezessete sílabas poéticas do haicai, mas seus poemas revelam uma sensibilidade cativante”.
Já a jornalista Sheila Raposo enfatiza em seu posfácio: “Natureza, cotidiano e sentimento. Sem medir nem regrar, Amanda Felix misturou esses ingredientes, dividiu-os em pequenos bocados, deitou-os sobre fôrma untada com paciência e esperou o cheiro de folhas novas se espalhar pelo ar. O resultado foi este fino biscoito chamado ‘Dos Haicais Perdidos’, sua estreia oficial no mundo das letras. Nenhuma receita literária poderia materializar o estado de ser de uma autora de maneira tão apropriada. Amanda é essa mistura em forma de gente”.
Fonte: Espaço-PB – Foto: Reprodução – Contato: jorgerezende.imprensa@gmail.com
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